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Musse de Castanha-de-Caju


Essa musse está há tempos na minha lista e hoje foi perfeito fazê-la para aproveitar mais um pouco a grande quantidade de castanhas que comprei. O sabor e a textura são um espetáculo, fica realmente deliciosa. Metade da castanha transformei em pó no liquidificador, daí não aparecer tanta castanha na musse – como apareceu na da Valentina – e também elas “sobem”, ao invés de ir para o fundo da forma. Dividi em forminhas de gelatina, mas deve ficar bem bonito numa forma grande.

Ingredientes:
2 latas de leite condensado (395 g cada)
2 latas de creme de leite (300 g cada)
1 xícara de suco de caju pronto de boa qualidade
1 envelope de gelatina em pó incolor e sem sabor (equivale a uma colher de sopa)
5 colheres (sopa) de água para dissolver a gelatina
200 g de castanha-de-caju picada

Prepare o(s) recipiente(s) aonde vai colocar a musse e reserve. Coloque o leite condensado, o creme de leite e suco de caju no liquidificador e bata. Numa panelinha coloque a água e a gelatina. Deixe por 5 minutos para que a gelatina comece a se dissolver e leve ao fogo baixo mexendo até que a gelatina se dissolva completamente. Não deixe ferver. Coloque a mistura no liquidificador e bata mais um pouco. Acrescente a castanha e misture. Coloque tudo na vasilha e leve à geladeira por pelo menos 4 horas.

Fonte: Trem Bom.

Veja essa receita preparada no 7º Inter-Blogs do DCPV.

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Pão de Abóbora


Receitas que levam abóbora sempre me chamam a atenção, e esse pão da Dadivosa me pareceu bem apetitoso. Na hora de preparar bate um desespero porque a massa é bem grudenta mesmo, quase uma cola, mas vale a pena, porque o pão fica bem gostosinho. Só colocaria mais sal, numa próxima vez, pois gosto de pão bem salgado. Leia aqui a receita em prosa dadivosiana, e descubra como a intrepidez e a cisma fazem parte dos ingredientes da receita!

Ingredientes:
3 tabletes de fermento fresco para pão (45 g)
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de sal
1/2 xícara de creme de leite fresco (usei iogurte natural)
3 ovos inteiros
1 e 1/2 xícara de abóbora já cozida e passada no liquidificador (eu amassei com um garfo)
6 xícaras de farinha de trigo (numa delas usei farinha integral)
leite para pincelar (usei uma gema)
sementes de papoula para salpicar

Numa vasilha grande, dissolva o fermento com o açúcar com a ajuda de uma colher até que fique líquido. Acrescente o sal, o creme de leite, os ovos e a abóbora. Mexa apenas para homogeneizar um pouco. Aos poucos vá acrescentando a farinha. Comecei usando um fouet, mas quando a massa fica pesada é melhor usar as mãos. A massa deve ficar bem grudenta. Cubra o recipiente com filme plástico ou pano de prato e deixe descansar por meia hora. Transfira a massa para duas formas de bolo inglês (27 x 11) previamente untadas com óleo. Cubra novamente e deixe crescer por uma hora ou até dobrar de volume: é bom usar filme plástico pra evitar que transborde. Pincele os pães com leite ou gema, salpique sementes de papoula a gosto e leve ao forno preaquecido em 180° por cerca de 40 minutos (tirei os meus um pouquinho antes).

Fonte: Dadivosa.

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Somos Notícia no Ceará


CLIQUE PARA AMPLIAR

Fiquei muito feliz com a matéria feita pelo jornalista Laécio Ricardo, do Diário do Nordeste, sobre as blogueiras de culinária. Algumas meninas não apareceram nos depoimentos, mas pelo menos vários links foram citados, os quais levarão também aos blogs que não apareceram. A única coisa que fiquei chateada foi o fato do nome da Valentina ter saído errado na parte em que fala das cearenses. De qualquer forma, espero que todas tenham gostado e acho que foi uma forma legal de divulgar nossos blogs e principalmente mostrar o quanto nossa interação vale a pena.
A imagem de cima eu digitalizei um pouco apressada, mas acho que dá pra ler, fiz uma colagem porque a coluna é página dupla.
Já estou aqui colocando várias cópias nos envelopes para mandar pra quem me passou o endereço, vou esperar até a hora de ir pro correio por quem não enviou ainda. Detalhe: o de alguém vai meio amassado, por conta do Mael (com a patinha sobre detalhe que saiu na capa):

Pra quem quiser ler online, clique aqui, aqui e aqui.

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Pão de Requeijão


A Eliana e a Regina sempre recomendam a revista Receita Minuto e dia desse achei uma na banca e concordo com elas que as receitas são bem práticas e saborosas. Outro dia fiz uma massa com alho-poró que ficou muito boa e hoje fiz esse pão, do qual não sobrou migalhas. Ele não cresce muito no tempo de descanso, mas no forno ele ficou enorme. Com certeza será repetido, um pão macio, estilo pão de forma caseiro e que fica com um visual bem legal. Recomendo.

Ingredientes:
15 g de fermento biológico fresco
1/2 xícara (chá) de água morna
2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 copo de requeijão cremoso (200 g)
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (usei de coalho)
1 colher (chá) de sal
1 ovo
Queijo ralado para salpicar

Dissolva o fermento na água morna e reserve. Em um recipiente misture a farinha de trigo, o requeijão, o queijo ralado e o sal. Acrescente o fermento dissolvido e sove a massa em superfície enfarinhada até ficar macia. Coloque em uma fôrma tipo bolo inglês, untada e enfarinhada, cubra e deixe descansar por 40 minutos. Ligue o forno em temperatura média para preaquecer. Depois do descanso, pincele o pão com o ovo levemente batido e salpique o queijo ralado. Leve ao forno por cerca de 40 minutos.

Fonte: Revista Receita Minuto, nº 24.

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Bolo de Iogurte e Ovomaltine


Não é a primeira vez que faço esse bolo da Maria Helena. Mas foi a primeira vez que deu para tirar a foto e postar. É um bolo bem simples, que muita gente deve ter a receita, mas é tão gostoso! Como ele é básico, dá pra pensar em muitas variações e dessa vez “recheei” com colheradas de Ovomaltine. Fiquei até com medo do pó interferir no crescimento do bolo, mas não, ficou muito fofo e macio e ainda fez um mesclado interessante.

Ingredientes:
4 ovos
1 copo de iogurte natural*
1 medida do copo (menos um dedo) de óleo
2 medidas do copo de açúcar
2 medidas do copo de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
3 a 4 colheres (sopa) de Ovomaltine (opcional)

*O pote de iogurte pode variar entre 180 g ou 200 g, não vai fazer diferença pois ele servirá de medida para os outros ingredientes.

Preaqueça o forno em temperatura média. Unte e polvilhe uma forma com buraco no meio e reserve. Bata no liquidificador os ovos, o iogurte, o óleo e o açúcar. Despeje a mistura num recipiente e adicione a farinha de trigo e o fermento, misturando com uma colher de pau ou fouet, até que a massa fique homogênea. Despeje metade da massa na forma e cubra com Ovomaltine, distribuindo por cima. Cubra com o restante da massa e leve ao forno por 25-40 minutos, até que passe no teste do palito.

Fonte: Aventuras Culinárias.

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Estrogonofe de Atum

Adoro atum e adorei ter visto esse Estrogonofe de Atum no blog da Renata. Como ela afirma, é daquelas receitas práticas pra um almoço rápido, você prepara num instante e serve com arroz branco. Fiz algumas alterações na receita dela, basicamente troquei os champignons pelas azeitonas, que eu acho que combinam mais com atum, quer dizer, eu simplesmente adoro essa combinação: nas minhas panelas, aonde o atum vai, as azeitonas vão atrás. Além disso, tirei a mostarda, acrescentei molho inglês e um pouco de requeijão pra completar o creme, já que o prato leva na verdade 1 lata de creme de leite, mas como eu já tinha uma pela metade, não quis abrir outra. Preciso dizer que ficou bom? Só porque o Estrogonofe em geral é considerado um prato brega não significa que não seja bom, não é mesmo? Ficou ótimo, e vou deixar a receita aqui como fiz porque gostei muito do resultado.

Ingredientes:
1 colher (sopa) de óleo
1 cebola picada
Azeitonas picadas a gosto
2 latas de atum (em água) escorridas
1 colher (sopa) de catchup
1 colher (sopa) de Lea & Perrins (ou outro molho inglês)
1/2 lata de creme de leite
2 colheres (sopa) de requeijão cremoso
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto

Refogue a cebola no óleo. Acrescente as azeitonas, depois o atum. Tempere com o molho inglês, sal e pimenta. Depois de refogar um pouco, desligue o fogo e acrescente o catchup, o creme de leite e o requeijão. Misture bem e sirva.

Fonte: Caderno de Receitas (blog desativado).

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Cookies de Manteiga de Castanha-de-Caju


Como comentei na postagem anterior, a textura de cookies feitos com manteiga de amendoim fica bem diferente, algo entre o crocante e o macio, apesar disso parecer contraditório. A manteiga de castanha-de-caju também deu um efeito idêntico a esses cookies (mais uma da Nic, fazer o quê?), com a vantagem de não deixar evidente o gosto da castanha, o que pode ser muito bom se o complemento do cookie não combinar com isso. Em metade da receita usei castanhas quebradas e na outra pedaços de chocolate meio amargo. Os dois ficaram ótimos, mas na minha visita ao Mercado Central eu experimentei passas de caju e fiquei imaginando que essa combinação ficaria bem agradável. Vou testar depois.

Ingredientes:
1 e 1/4 xícara de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/4 colher (chá) de sal
1/2 xícara (100 g) de manteiga sem sal em temperatura ambiente
1/2 xícara de açúcar mascavo
1/2 xícara de açúcar
1 ovo
1/2 xícara de manteiga de castanha-de-caju
1/2 xícara de castanhas quebradas ou chocolate em pedaços (ou quaisquer frutas secas ou passas)

Preaqueça o forno em 140-160° (baixo). Unte duas assadeiras grandes com manteiga ou margarina e forre com papel manteiga, untando por cima do papel também. Numa vasilha, junte a farinha, o bicarbonato e o sal e reserve. Na batedeira (ou manualmente) bata a manteiga com os açúcares. Acrescente o ovo, depois a manteiga de castanha e bata bem. Vá adicionando os ingredientes secos até que estejam incorporados. Acrescente as castanhas ou chocolate. Faça bolinhas com a massa, deitando-as na assadeira e achatando-as levemente. Deixe bastante espaço entre elas, pois espalham à medida que assam. Ficam prontos em 15 minutos, ou até dourarem nas bordas. Nessa hora parecerão que ainda estão moles, mas ao esfriarem um pouco vão endurecer e ficar na textura ideal. Portanto, deixe que esfriem um pouco antes de retirá-los da assadeira. Rende cerca de 24 biscoitos.

Fonte: Baking Sheet.

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Manteiga de Castanha-de-Caju


Não sou muito fã de manteiga de amendoim, mas gostei muito da textura que ela dá aos cookies. Já a castanha-de-caju me agrada muitíssimo e fiquei muito interessada em fazer a manteiga de castanha-de-caju receitada pela Nic. Aproveitei e já fui logo fazendo cookies de castanhas (receita a seguir). Depois vi outra receita no blog Chocolate and Zucchini, que não usa o óleo, apenas deixa processando as castanhas com o sal até virarem uma pasta, deixando que o óleo da própria castanha faça o serviço, o que me pareceu bem mais apetitoso e será testado em breve. Essa manteiga será feita sempre aqui em casa, fica deliciosa, mas vou testar cada vez com menos óleo, pra conseguir a textura que eu espero.

Ingredientes:
2 xícaras de castanhas-de-caju torradas ou assadas, sem sal
3 (ou 4) colheres (sopa) de óleo vegetal (usei de girassol)
2 colheres (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de sal

No processador, com a lâmina, misture as castanhas, 3 colheres de óleo vegetal, o açúcar e o sal e processe até ficar homogêneo. Acrescente mais uma colher de óleo apenas se a mistura virar uma bola ao invés de uma pasta. O processo dura apenas alguns minutos. Conserve na geladeira e deixe-a em temperatura ambiente quando for servir ou usar em alguma receita. Rende 1 xícara e meia de manteiga.

Fonte: Slashfood.

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Barras de Cheesecake com Licor

É a segunda vez que faço essas barrinhas, pensando que dessa vez sairia melhor, mas nem tanto assim. Da primeira vez, por falta de atenção, usei apenas 1 potinho de cream cheese ao invés de 2 e fiquei achando que tinha traduzido algo errado da receita da Nic. O engraçado é que ficou saboroso, fiz com licor de ameixa e ficou divino, mas sabia que a textura não estava certa. Dessa vez fiz tudo certinho (a substituição do half & half por creme de leite comum não deve fazer muita diferença), mas o sabor não me agradou tão somente por causa do licor de capuccino que utilizei. A base de chocolate é maravilhosa, ela foi o motivo que me fez repetir a receita, acredito que dá pra usá-la em outras coisas. A Nic sugere uma assadeira grande e, apesar de eu ter obedecido, penso se não ficaria melhor numa assadeira média, já que não foi fácil distribuir a massa da base – pouca massa pra muita superfície – mas depois que assa, parece fazer sentido.

Ingredientes:
Base:
1/3 xícara de açúcar
1/2 xícara (100 g) de manteiga sem sal em temperatura ambiente
1 e 1/4 xícara de farinha de trigo
1/4 xícara de chocolate em pó (usei cacau)
1/4 de colher (chá) de sal

Cheesecake:
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de creme de leite
1/2 xícara de Bailey’s Caramel* (usei licor de capuccino)
440 g de cream-cheese (não pode ser light), em temperatura ambiente
3 ovos grandes em temperatura ambiente
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (chá) de essência de baunilha

Preaqueça o forno em 180°. Unte uma assadeira retangular grande. Comece com a base. Na batedeira, bata o açúcar e a manteiga até ficar um creme leve. Peneire juntos a farinha, o chocolate e o sal numa outra vasilha. Vá acrescentando aos poucos a mistura de farinha e misturando com uma colher de pau (a Nic usou a batedeira em velocidade baixa, mas acho a massa muito pesada pra uma batedeira comum). Estará no ponto quando a farinha tiver sido totalmente incorporada. Espalhe na assadeira, com a ajuda de uma espátula ou a ponta dos dedos, pra que fique nivelada e asse por 15 a 17 minutos.
Enquanto a base assa, junte o açúcar, o creme, o licor e o cream cheese no recipiente do processador e processe até ficar liso. Adicione os ovos, um por vez, batendo bem antes de acrescentar o próximo. Depois a farinha de trigo e a baunilha.
Despeje essa mistura sobre a base ainda quente, quando esta terminar de assar. Volte a assadeira ao forno e asse por 22 a 26 minutos, até que firme (dê uma leve batidinha na assadeira para tirar a prova).
Deixe esfriar completamente ou refrigere antes de partir (não se preocupe se o cheesecake murchar enquanto esfria). Guarde na geladeira. Rende de 16 a 20 barras.

Fonte: Baking Sheet.

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Samossas


Os pastéis da Patricia me deixaram com vontade! Mas uma boa opção para quem não tem pulso para abrir a massa sem cilindro são as samossas, os famosos pastéis indianos.
Há um tempo atrás eu era bem envolvida com comida vegetariana devido a um amigo meu, o Gil, que era “Hare Krishna”. No entanto, as samossas sempre foram exclusividade dele, nunca havia pedido a receita, apesar de adorar quando ele fazia. Ele aprendeu na cozinha do templo que o creme de leite era o segredo para a massa ficar lisa e fácil de abrir. O problema é que como eles fazem para um monte de gente sai muito caro, então acabam fazendo sem, como se percebe na maioria das receitas por aí de samossa. Assim que comecei o Quiche, o Gil me passou a receitinha, ou seja, essa deveria ter sido uma das primeiras receitas publicadas no blog, mas acabei adiando, esperando o momento da vontade, que foi hoje.
Como eu disse, a massa deve ficar bem lisa, daí o ponto dela ser feito na água e não na farinha. Não enfarinhe o local onde vai abrir a massa senão ela sai do ponto: não se preocupe que ela abre e não gruda. O recheio é basicamente vegetais, mas sempre uso batata amassada para agregar os outros ingredientes. Nada impede que seja utilizado um recheio com algum tipo de carne, mas quando penso em samossa, sempre penso em legumes.

Ingredientes (para 4 unidades):
Massa:
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de creme de leite (de preferência o de caixinha)
3 colheres (sopa) de ghee (manteiga clarificada) ou manteiga derretida
1 colher (chá) de açúcar
1/2 xícara de água (mais ou menos, para dar consistência)

Recheio:
1 batata grande cozida
3 raminhos de brócolis cozidos
1/2 cenoura ralada
1/2 pimentão vermelho picado
Azeitonas a gosto
Sal e pimenta a gosto
Páprica a gosto (ou curry)

Para fazer a massa, misture tudo, menos a água. Vá acrescentando a água aos poucos, até a massa virar uma bola e ficar lisinha. Ela deve ter uma consistência úmida, mas não grudenta. Divida a massa em 4 bolinhas e abra cada uma numa superfície lisa, sem farinha. Não precisa ficar muito fino, como o pastel. O recheio é so amassar a batata e o brócolis com um garfo e acrescentar os demais ingredientes, formando um purê. Coloque bastante recheio em cada círculo e feche torcendo a massa de fora para dentro:

Frite em óleo não muito quente. A massa deve ficar levemente quebradiça, como se fosse massa folhada. Delícia.

Veja essa receita preparada no 7º Inter Blogs do DCPV.