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Batatas de Aeroporto


Por mais que eu more numa cidade muito quente, eu sempre prefiro comida de inverno: sopas, assados, sorvetes encorpados, saladas mornas. Talvez seja uma questão de agradar mais a alma do que o corpo, não sei. O fato é que à noite – o horário em que eu mais gosto de comer – eu gosto de preparar algo assim como essas batatas, algo que envolva legumes, um forno quente e um toque italiano. É a segunda vez que preparo essa receita publicada pela Valentina há uns 3 anos atrás. Deliciosa, não precisa de nada além de um bom pão para acompanhar.

Ingredientes:
1 kg de batatas descascadas
1 colher (sopa) de óleo vegetal
Sal e pimenta-do-reino moída na hora
1 lata (400 g) de tomate pelado picado
2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem
2 dentes de alho picados
1/2 colher (chá) de orégano desidratado
2 colheres de sopa de salsinha picada (usei salsinha desidratada)
200g de tomates cereja (usei 4 tomates tipo italianos)
1 colher (sopa) de alcaparras (usei 8 azeitonas picadas)
4 ou 5 talos de cebolinha picados*
Farelo de pão e Parmesão ralado a gosto*

*Acrescentei para enriquecer o prato, não estão na receita original. Retire o parmesão para uma versão vegana.

Preaqueça o forno em temperatura de 190°. Corte as batatas em fatias bem finas. Unte uma assadeira grande com o óleo e espalhe a batata pela forma, forrando-a. Derrame 250 ml de água, tempere com sal e pimenta-do-reino e cubra a assadeira com papel alumínio. Leve ao forno por 30 minutos.
Enquanto as batatas estiverem assando, coloque o tomate em lata numa tigela, juntamente com o azeite extra-virgem, as azeitonas, o alho, a cebolinha, o orégano, metade da salsinha, sal e pimenta-do-reino moída na hora. Reserve.
Após os 30 minutos das batatas no forno, retire o papel alumínio e derrame a mistura de tomate sobre as batatas. Espalhe bem. Corte os tomates em fatias finas (se forem os do tipo cereja, corte-os ao meio) e cubra o conteúdo da assadeira. Polvilhe farelo de pão e parmesão ralado a gosto. Leve ao forno por mais 30 minutos, até que a batata comece a ficar crocante nas bordas. Retire do forno e guarneça com o restante da salsinha picada.

Fonte: Trem Bom.

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Muffins de Pêras


Não foi só a Laila que se empolgou com essa receita da Valentina. Eu também não me aquietei até preparar esses deliciosos muffins. Aqui em casa comemos ainda quentinhos, super úmidos, com o gostinho da pêra assada, uma coisa! Minha irmã devorou vários, sem dó. Quase não sobram os quatro da foto.

Ingredientes:
125 g de farinha de trigo
60 g de farinha de trigo integral (usei da comum)
3 colheres (chá) de fermento em pó
2 colheres (chá) de canela em pó
100 g de flocos de aveia
140 g de açúcar mascavo
2 ovos
250 ml de iogurte natural
125 ml de óleo vegetal
1 pêra grande picada (ou 2 pequenas)
40 g de pecãs picadinhas

Preaqueça o forno em 180°. Prepare as forminhas de muffins (a receita me rendeu 16 muffins). Misture a metade do açúcar com as pecãs picadas e reserve.
Numa tigela, misture as farinhas, o fermento e a canela peneirados. Acrescente a aveia e a outra metade do açúcar e misture bem.
Numa outra vasilha coloque os ovos e bata levemente com um garfo. Acrescente o óleo vegetal e o iogurte. Misture tudo e despeje os líquidos no centro da vasilha com os ingredientes secos. Com um garfo, incorpore todos os ingredientes, sem mexer muito, de maneira que a massa ainda fique encaroçada. Adicione as pêras e misture levemente. Distribua a massa nas formas e por último jogue por cima de cada muffin a mistura de açúcar e pecãs, distribuindo por igual. Leve ao forno por cerca de 20 minutos.

Fonte: Trem Bom.

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Arroz Verde, Carne de Panela e Abóbora Assada


Para participar do evento da Akemi, “Comidinhas do dia-a-dia”, posto aqui algo que faço muito (o arroz verde), algo que faço raramente (carne de panela) e algo que nunca havia feito (abóbora assada). Embora eu não goste muito de arroz, acho ele essencial com carne vermelha e gosto sempre de adicionar a ele algum legume, como cenoura ralada ou milho verde, ou então faço ele assim verdinho. Apesar de gostar muito de abóbora, nunca havia feito assada e ficou muito bom, ainda que eu tenha sido tímida no tempero com medo de ficar exagerado. Tomei como base uma receita do Jamie Oliver e outra da Valentina, ambas picantes. Foi um almoço bem simples e aconchegante.

Arroz verde: a diferença de preparo é somente na água de cozimento, que eu bato no liquidificador com um ramo inteiro de coentro (folhas e talos). Esse arroz combina muito bem com qualquer carne assada, principalmente com frango, e até quem não gosta de coentro se rende.

Para a carne eu uso bifes bem grossos de lagarto (1 kg) e tempero com 1 colher (sopa) de sal, 2 dentes de alho amassados, 1 cebola picada grosseiramente, pimenta-do-reino a gosto e 1/2 xícara de vinagre. Furo a carne e deixo no tempero por 2 horas na geladeira. Depois, frito a carne com um pouco de óleo na panela de pressão, cubro com água e fecho. Depois de chiar, conto 50 minutos. Nessa hora eu abro a panela, retiro o caldo para usar em outra receita (ou então faço um pirão, pra acompanhar) e deixo mais uns minutos na pressão pra carne ficar mais sequinha.

A abóbora que eu usei foi a abóbora-menina, aquela de pescoço, que lembra a butternut squash. Corte a abóbora no comprimento em 8 fatias e arrume-as numa assadeira com óleo ou azeite, sal e pimenta. Acrescente temperos e especiarias: eu usei orégano seco, alho em flocos, páprica doce e chili em pó. Só não usei coentro pois já tinha no arroz e na pressa esqueci de acrescentar 2 pimentas dedo-de-moça. Leve para assar em 200° por cerca de 30 minutos (eu deixei mais pois queria bem macia).

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Madeleines de Flor de Laranjeira

Quando ganhei as forminhas de madeleines da Valentina, pus-me a procurar receitas de todo tipo, mas quis começar com as mais tradicionais possíveis, pra entender melhor esses “bolinhos pequenos e cheios chamados madalenas e que parecem moldados na valva estriada de uma concha de São Tiago*”. Pois bem, elas são realmente especiais, não só no formato quanto no sabor e aroma, que exala por toda a casa enquanto assam. É como comer uma nuvenzinha de bolo! Escolhi uma receita da própria Valentina, com a diferença de que ela usou água de rosas e eu fiz com água de flor de laranjeira, ingrediente usado nas receitas mais tradicionais, pelo que pude perceber. O legal é que a receita deu exata para a quantidade de forminhas: e mesmo usando outras receitas, como ela é de silicone, dá pra fazer várias fornadas, sem precisar untar! Dêem uma olhada nas fotos para verem como são lindos meus presentes!

*Michel Proust – No Caminho de Swann.

Ingredientes:
50 g de manteiga sem sal
1 ovo grande
40 g de açúcar
Pitada de sal
45 g de farinha de trigo
1 colher (chá) de água de flor de laranjeira (ou água de rosas)
Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Derreta a manteiga em temperatura baixa e deixe esfriar. Bata os ovos, o açúcar e o sal por aproximadamente 5 minutos – a consistência deve ser de maionese. Peneire a farinha de trigo por sobre a massa e misture tudo, levemente, com uma colher de pau (ou com uma bela espátula vinda da Inglaterra):

Usando um pouquinho da manteiga derretida, unte as formas de madeleine e o resto incorpore à massa. Acrescente também a água de flor de laranjeira e mexa tudo delicadamente. Cubra a tigela com filme plástico e ponha na geladeira por 1 hora. Quando retirar da geladeira deixe em temperatura ambiente por 30 minutos. Enquanto isso, esquente o forno em temperatura de 220°.

Divida a massa entre as formas. Não encha demais as conchinhas pois crescem muito. O tempo no forno é de aproximadamente 5 minutos para forminhas pequenas, as minhas demoraram uns 15 minutos. Fique de olho. Retire e deixe esfriar numa grelha. Polvilhe com açúcar de confeiteiro antes de servir. Rendeu exatamente 9 madeleines, mas segundo a Valentina, rende mais de 40 mini-madeleines.

Fonte: Trem Bom.

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Semi-freddo Nougat


Esta semana recebi mimos maravilhosos da Valentina e, aos poucos, vou mostrando o que ganhei. Um dos presentes foram as favas de baunilha, juntamente com o açúcar de baunilha, que eu morria de curiosidade e achava mesmo que ia demorar pra ver. Simplesmente amei, é tão bom saber como é o verdadeiro sabor e aroma da baunilha! Obrigada mais uma vez, Val! Pois bem, para tanto pensei em colocar em prática uma receita de semi-freddo do Jamie Oliver que eu namorava (a receita, não ele), mas me deparei com a velha questão dos ovos crus, que não tenho mesmo coragem de usar. Então misturei a receita dele com a de sorvete da Nigella, o que resultou numa sobremesa de revirar os olhos, podem acreditar!

O torrone usado deve ser crocante, de preferência. Como não achei de nenhum tipo, usei barras de Snickers, e o resultado foi ótimo. Ainda aproveitei a fava usada para fazer mais açúcar de baunilha: ela vai ser “re-usada” várias vezes, por isso não processei. Olhem que meigo:

Ingredientes:
1 fava de baunilha
70 g de açúcar
1/2 xícara de leite
600 ml de creme de leite integral
4 colheres (sopa) de água gelada
400 g de torrone (nougat) de sua preferência (usei 8 barras de Snickers)
115 g de pistache sem sal
30 g de chocolate amargo ou meio-amargo
2 colheres (sopa) de mel

Corte a fava de baunilha no sentido do comprimento e retire as sementes raspando-as para fora, com uma faquinha. Não descarte a fava*. Junte então as sementes com o açúcar e o leite quente. Misture bem e deixe descansar. Enquanto isso processe o pistache, reserve um pouco para decorar e processe também o torrone.
Na batedeira, bata o creme com a água até obter picos moles (no ponto em que passa de líquido para cremoso). Junte a mistura de baunilha a esse creme e bata mais um pouco, com um batedor. Agora incorpore o pistache e o torrone processado. Se usar as barras de Snickers, tenha paciência para quebrar um pouco os grandes grumos que se formam. Despeje a mistura numa travessa de louça ou vidro, de preferência grande e larga, pra que congele por igual.
Polvilhe com o pistache picado reservado e depois com o chocolate ralado ou em raspas. Por fim regue com mel e leve ao congelador por no mínimo 3 horas. Deixe-o descongelar na geladeira uma meia-hora antes de servir. Uma vez descongelado, não deverá ser congelado de novo, portanto só retire a porção que deseja no momento.

*Aproveite a fava e coloque-as num pote com 300 g de açúcar para obter um açúcar de baunilha (se quiser mais forte, processe-os).

Fonte: Adaptado de Jamie Oliver – O Chef sem Mistérios.

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Financiers [Friands]

Quando a Valentina postou sobre os Friands, fiquei bem interessada em fazê-los. Às vezes sou movida pela curiosidade em experimentar o que não conheço e me encantei com esses bolinhos que parecem barras de ouro (também conhecidos por financiers). No mesmo dia em que vi esse post, encontrei no supermercado umas forminhas de silicone que me pareceram bem adequadas. Rendeu 6 unidades, 3 no formato de barrinha (10 x 5) e 3 no formato mini-bolo com buraco no meio. Pode também ser feito em forminhas de muffin ou barquetes. Ficam deliciosos.

Ingredientes:
180 g de manteiga sem sal derretida
200 g de açúcar de confeiteiro peneirado
60 g de farinha de trigo peneirada
120 g de amêndoas moídas bem finas e peneiradas
5 claras de ovos grandes
1 colher (chá) de raspa de limão ou laranja
Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Preaqueça o forno em temperatura de 200°. Utilize uma colher de sopa da manteiga derretida para untar as formas. Ponha as claras numa tigela e bata com o garfo até que espumem. O ponto não é de claras em neve, elas devem apenas espumar. Passe o açúcar de confeiteiro e farinha de trigo numa peneira e peneire por cima das claras borbulhantes. Misture levemente com uma espátula para que as bolhas de ar da massa não quebrem. Depois acrescente as amêndoas moídas, assim como a raspa de limão ou laranja, caso queira usar. A manteiga já deve ter esfriado, então deve ser acrescentada à massa. Dê uma misturada de leve para combinar os ingredientes.
Encha 3/4 de cada forma e coloque-as sobre uma assadeira antes de levar ao forno. Asse na prateleira do meio por 10 minutos. Após este tempo vire a forma e leve de volta ao forno por mais 7 a 10 minutos, ou até que passe no teste do palito (os meus passaram mais tempo no forno). Retire do forno e deixe esfriar por 5 minutos antes de retirar das formas. Polvilhe com o açúcar de confeiteiro. Outra variação é cortar morangos ou outras frutas em fatias finas e usá-las para decorar os friands antes de levá-los ao forno.

Fonte: Trem Bom.

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Musse de Castanha-de-Caju


Essa musse está há tempos na minha lista e hoje foi perfeito fazê-la para aproveitar mais um pouco a grande quantidade de castanhas que comprei. O sabor e a textura são um espetáculo, fica realmente deliciosa. Metade da castanha transformei em pó no liquidificador, daí não aparecer tanta castanha na musse – como apareceu na da Valentina – e também elas “sobem”, ao invés de ir para o fundo da forma. Dividi em forminhas de gelatina, mas deve ficar bem bonito numa forma grande.

Ingredientes:
2 latas de leite condensado (395 g cada)
2 latas de creme de leite (300 g cada)
1 xícara de suco de caju pronto de boa qualidade
1 envelope de gelatina em pó incolor e sem sabor (equivale a uma colher de sopa)
5 colheres (sopa) de água para dissolver a gelatina
200 g de castanha-de-caju picada

Prepare o(s) recipiente(s) aonde vai colocar a musse e reserve. Coloque o leite condensado, o creme de leite e suco de caju no liquidificador e bata. Numa panelinha coloque a água e a gelatina. Deixe por 5 minutos para que a gelatina comece a se dissolver e leve ao fogo baixo mexendo até que a gelatina se dissolva completamente. Não deixe ferver. Coloque a mistura no liquidificador e bata mais um pouco. Acrescente a castanha e misture. Coloque tudo na vasilha e leve à geladeira por pelo menos 4 horas.

Fonte: Trem Bom.

Veja essa receita preparada no 7º Inter-Blogs do DCPV.

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Baião-de-Dois com Ovo Estrelado [Comidas da Memória]

Finalmente consegui participar do evento da Valentina: Comidas da Memória, em que você prepara e relata o seu prato preferido da infância.
Quando criança, eu não gostava de comer. Com exceção, é claro, daquele tipo de comida que toda criança gosta: comida de aniversário.

O fato é que das poucas vezes em que eu comia com gosto em casa era quando a minha mãe fazia um baião-de-dois bem básico, só com queijo e nata. Geralmente acompanhado com um ovinho “estrelado”, com a gema estourada, para o ovo ficar bem amarelinho e disfarçar a clara. Se eu ainda desse trabalho tinha que ser no “capitão”, isto é, minha mãe fazia bolinhos de comida pra que eu e minha irmã achássemos divertido comer, pois assim a gente continuava brincando e ela ia colocando os bolinhos na nossa boca.

Queria agradecer muitíssimo à Valentina pelo evento. Acho que todo mundo que está participando telefonou pra mãe pra perguntar qual era seu prato favorito e isso resultou numa conversa agradável e nostálgica.

Como já tem aqui uma receita de Baião-de-Dois bem tradicional, vou apenas contar mais ou menos como fiz esse – geralmente esse tipo de refeição as pessoas fazem mais na intuição do que por receita.
Cozinhei 2/3 de xícara de feijão de corda (em mais ou menos 1/2 litro de água) para 1 xícara de arroz. Para preparar é só refogar o arroz como se fosse prepará-lo sozinho (com alho e/ou cebola). Acrescente o feijão já cozido junto com o caldo. Adicione água suficiente para cozinhar o arroz. Essa é a diferença entre baião e o simples feijão com arroz, o arroz tem que ser cozido junto com o feijão, pra pegar o gosto e a cor. Quando estiver quase seco, jogue por cima pedaços generosos de queijo de coalho (ou de minas) e tampe a panela para terminar de secar e derreter um pouco o queijo. Querendo, acrescente umas 2 colheres de nata (caso não tenha, substitua por requeijão).

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Muffins de Passas

Hoje chegou minha forma de muffins que eu pedi pela internet e claro que eu tinha que estreá-la, que nem criança quando ganha brinquedo. As poucas vezes que tentei fazer muffins foi com minha máquina de tortas (veja foto abaixo) e achei muito sem graça, nada a ver com o que eu via por aí.
Procurei algumas receitas pelos blogs e me encantei com essa da Valentina, pois achei que ela tinha uma base bem clássica e simples, substituindo os mirtilos por passas.
Achei que ficaram deliciosos, não são muito doces, acho que a doçura virá do que você colocar neles – no meu caso, as passas. Textura úmida, porém firme, macio, muito bom. Imaginem como agora vou entrar numa fase de muffins!
Pelo que entendi, o que caracteriza o muffin é ser feito sempre com manteiga derretida (ou óleo vegetal) e a mistura ser feita com um garfo, de maneira grosseira, de modo que a massa fique com aspecto empelotado, diferente do cupcake, que é um bolo mesmo, ainda que em miniatura. Já li em algum lugar que o muffin estaria mais pra pão do que pra bolo, mas vou deixar que os comentários me dêem uma resposta melhor.

Como eu só tinha uma forma – tinha, porque acabei de encomendar mais duas – fiz o resto da massa na máquina, e confirmou-se pra mim o fato de que ela não serve para muffins e bolinhos, só para tortinhas de massa amanteigada mesmo.

Comparando um muffin feito pela máquina e outro na forma dá pra perceber que não é a mesma coisa: a massa não cresce, não doura, enfim, não vinga.

Ingredientes:
75 g manteiga sem sal e em temperatura ambiente
200 g farinha de trigo
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento em pó
75 g de açúcar
Pitada de sal
100 g de iogurte
100 ml de leite desnatado
1 ovo grande
120 g de passas sem sementes

Preaqueça o forno em 200°. Prepare a forma (ou formas) de muffin.
Combine todos os ingredientes secos numa vasilha e reserve. Derreta a manteiga e deixe esfriar. Enquanto a manteiga esfria, misture os ingredientes líquidos. Acrescente a manteiga assim que esfriar. Faça um buraco no meio da vasilha com os ingredientes secos e derrame a mistura líquida. Com um garfo misture tudo levemente apenas para combinar todos os ingredientes, preservando a consistência encaroçada, o que é uma característica do muffin. Jogue as passas só no final. Divida a mistura pelas forminhas e leve ao forno por 20 minutos (os meus não ficaram tanto tempo, tenho que lembrar da próxima vez ficar de olho no forno ou usar uma temperatura mais baixa).

Fonte: Trem Bom.

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Bolo de Limão Galego e Sementes de Papoula

Mesmo correndo o risco de meu blog se tornar um clone bizarro do blog da Valentina, aí vai mais uma receita dela. Esse pão/bolo estava na lista de espera, mas com tanto limão na geladeira e ontem tendo achado sementes de papoula, logo me lembrei dele. Nem preciso dizer que esse loaf é delicioso, fofinho, de um cheiro de matar e muito belo, pelo colorido do limão e das sementes de papoula. Quem quiser conferir o original, clique aqui.

Ingredientes:
2 limões galegos
3 ovos
170 g de açúcar
180 g de farinha de trigo peneirada
150 g de manteiga sem sal derretida
3 colheres (chá) de fermento em pó
Pitada de bicarbonato de sódio
1 colher (sopa) de sementes de papoula

Primeiro preaqueça o forno em temperatura de 180°. Unte e polvilhe uma forma de pão (16 cm x 9 cm x 8.5cm).
Raspe a casca de 1 dos limões e esprema o sumo dos dois. Numa tigela coloque os ovos e o açúcar e bata bem até que a mistura engrosse e comece a espumar. Aos poucos vá acrescentando a farinha de trigo peneirada e a manteiga derretida. Nesta etapa utilize uma colher de pau para misturá-las. Não bata.
Com uma espátula, incorpore à massa o fermento em pó, o bicarbonato, a raspa de limão, o sumo de limão e as sementes de papoula. Misture só o suficiente para que tudo se incorpore.
Coloque tudo na forma e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos. Faça o teste do palito. Dependendo do forno talvez necessite de 50 minutos para assar. O meu assou em exatos 40 minutos.

Fonte: Trem Bom.