0

Torta rápida de verduras

393

3 ovos
1 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Sugestão de recheio:
1 cebola refogada
1 pimentão refogado
meia cenoura ralada
1 abobrinha ralada espremida bem pra tirar o excesso de água
1 tomate picado
sal, ervas e temperos a gosto

Preaqueça o forno a 200º. Unte e enfarinhe uma forma média redonda. Prepare os ingredientes do recheio e reserve. Bata os ingredientes da massa com um fouet, primeiro os líquidos, juntando os secos, e despeje na forma. Cubra com o recheio e leve para assar até que esteja firme e bem dourada nas bordas.

A receita da massa vi no Pitadinha.

20

Risoto de Abóbora com Pesto e Castanha

Em um restaurante que frequento eles servem um purê de abóbora com pesto e pinoli que é uma delícia e foi nele que me inspirei pra fazer esse risoto. No dia anterior eu havia preparado um pesto de coentro e outro de manjericão, mas acabei usando o primeiro por achar que casaria melhor, mas na verdade tanto faz, ambos combinam muito bem com a abóbora. Caso você não tenha paciência ou tempo para fazer o pesto, pegue um punhado de manjericão fresco e pique bem fininho, misturando com umas gotinhas de limão e misturando com azeite, vai dar um efeito semelhante. Mas não dispense a castanha, ela faz tudo ficar mais interessante.

Ingredientes:
1 e 1/2 xícara de abóbora cozida e amassada
1 cebola pequena picada
1 talo de aipo picado (opcional)
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 xícara de arroz para risoto (usei arbóreo)
1/2 xícara de vinho branco (pode ser suco de uva integral branco ou 1 colher (sopa) de vinagre branco)
500 a 800 ml de caldo de legumes
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Parmesão ou Grana Padano ralado a gosto (no mínimo 1/2 xícara)
1 colher (sopa) cheia de manteiga

Na hora de servir:
Pesto pronto diluído com um pouco de azeite de oliva extra-virgem (usei pesto de coentro, use o da sua preferência)
Castanha-de-caju picada grosseiramente, a gosto

Deixe os ingredientes separados e prontos pra serem usados. O caldo deve estar quente, numa panela em fogo baixo. Numa caçarola alta, refogue a cebola e o aipo no azeite até que fiquem perolados, em fogo médio. Junte o arroz e refogue um pouco, mexendo bem. Junte o vinho e deixe que ele seja absorvido pelo arroz. Em seguida, adicione uma concha de caldo, mexa bem e deixe que tudo seja absorvido pelo arroz antes de colocar mais uma concha. Vá acrescentando uma concha por vez, mexendo bem e deixando que o arroz absorva tudo. Quando o arroz estiver quase al dente, junte a abóbora e misture, temperando com sal e pimenta a gosto, se necessário. É bom ter caldo extra caso o arroz seque muito. Quando o arroz estiver no ponto, junte a manteiga e o parmesão e mexa bem, adicionando um pouco de caldo, se precisar. O risoto deve ficar bem cremoso e escorregadio. Na hora de servir, cubra com o pesto e castanhas a gosto.

19

Focaccia Sem Glúten

Sem querer ofender algum purista, o nome focaccia está aqui como uma referência, a intenção é apenas de alternativa a quem não pode consumir glúten ou mesmo quem aprecia uma massa com textura diferente, que é o meu caso. Essa receita pode ser usada como torta, no formato de focaccia ou mesmo como pizza, dependendo da forma que você utilizar (claro que como torta ela fica mais macia, como pizza fica mais sequinha). Eu achei que ficou muito boa, ela fica crocante por fora e levemente úmida por dentro, mas depois de fria seca totalmente. Espero que gostem.

Ingredientes
Massa:
3 ovos
1/2 xícara de óleo
200 ml de leite de coco
200 g de fécula de batata
3/4 de xícara de creme de arroz (ou farinha de arroz)
1/4 de xícara de amido de milho
1 colher (chá) de sal (ou a gosto)
Pimenta-do-reino a gosto
1 colher (chá) de fermento em pó

Cobertura (sugestão):
1 tomate sem sementes, picado
1 cebola roxa pequena, em rodelas finas
Folhas de manjericão
Pesto
Azeitona picada
Parmesão ralado
Fio de azeite de oliva extra-virgem

Preaqueça o forno em 180º. Separe uma assadeira (de média pra grande, mais ou menos 30x22cm) e forre-a com papel manteiga. Bata no liqüidificador todos os ingredientes da massa, com exceção do fermento (a massa fica um pouco pesada, você pode deixar para acrescentar parte da fécula de batata junto com o fermento). Transfira para uma tigela e só então incorpore o fermento. Despeje a massa na assadeira (se quiser dar um formato de pontas arredondadas basta movimentar a assadeira, deixando a massa espalhar) e distribua sobre ela os ingredientes da cobertura desejada. Leve para assar por cerca de 40 minutos.

Fonte: baseada numa receita de torta de liquidificador, aqui.

8

Mac And Cheese com Couve-Flor e Cobertura Crocante

Eu fiquei apaixonada por essa cobertura. O macarrão ficou gostoso, mas essa cobertura iria deixar qualquer coisa gostosa. Já penso em mil variações e usos para ela, mas pra começar façam esse mac and cheese pois é simples e resolve um jantar rápido num instante. Na foto ele parece meio seco porque o formato de concha do macarrão roubou todo o molho, mas ele fica bem cremoso.

Ingredientes
Para o macarrão:
400 g de couve-flor (usei congelada)
500 g de macarrão curto, do tipo rigatoni (o que eu tinha era em formato de concha)
200 de queijo ralado (qualquer um que derreta, pode ser mozarela, eu usei uma mistura de madrigal com grana padano)
200 g de cream cheese ou requeijão cremoso
Água do macarrão reservada (2 xícaras)

Para a cobertura:
10 azeitonas*
2 colheres (sopa) de alcaparras*
Ervas de sua preferência a gosto (usei manjericão e manjerona)
2 dentes de alho espremidos
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Migalhas de pão o quanto baste (usei mais ou menos 2 pãezinhos e algumas torradas)
2 colheres (sopa) de azeite de oliva

*Azeitonas e alcaparras substituíram o bacon da receita original. Poderia ser tomate seco ou qualquer ingrediente com sabor mais forte.

Preaqueça o forno em 220º (alto). Usando o processador com a lâmina, processe todos os ingredientes da cobertura para que virem uma espécie de farofa (acredito que dá pra fazer em liquidificador). Reserve.

Cozinhe o macarrão em água fervente e salgada (você pode cozinhar a couve-flor junto, caso esteja usando ela fresca). Como usei a couve-flor congelada, aproveitei apenas um pouco da água quente para descongelar e piquei em pedacinhos. Junte o macarrão e a couve-flor já cozidos em um refratário grande. Adicione um pouco da água do cozimento (se quiser o macarrão mais sequinho coloque pouco, se quiser mais molhadinho, coloque mais: o Jamie sugere 400 ml). Junte o queijo e o cream cheese e misture tudo muito bem. Agora cubra tudo com a “farofa”, deixando as beiradas livres para o vapor sair. Leve ao forno por 15-20 minutos, até que a cobertura fique dourada. Sirva em seguida.

Fonte: Adaptada de “Cauliflower Macaroni” – Refeições em 30 minutos, episódio 23 – Jamie Oliver.

10

Torta de Ratatouille com Massa de Fubá

Quase toda semana eu preparo uma espécie de ratatouille pra mim e vou comendo durante a semana quando tenho que almoçar sozinha. Uma parte pode virar quiche, outra pode virar risoto ou mil e uma outras coisas, mas essa semana uma parte virou essa torta. A receita dessa massa foi postada há 5 anos (!) pela Karen, mas o recheio eu aproveitei esse ratatouille que sempre faço, com o acréscimo apenas dos queijos. Fiquei em dúvida se eu deveria usar fubá mesmo ou farinha de milho (na receita original da Ana ela usa cornmeal, que eu entendo por farinha de milho), mas fui no fubá mesmo e deu certo.

Ingredientes
Ratatouille*:
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola cortada em meias-luas finas
3 beringelas pequenas cortadas em cubos
3 abobrinhas pequenas cortadas em cubos
1/2 pimentão vermelho picado
Um punhado de azeitonas picadas
1 xícara de molho de tomate (ou tomates picados)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Ervas secas e frescas a gosto
Mozarela a gosto (usei apenas uma fatia picada)
Parmesão a gosto (usei apenas o suficiente para cobrir a torta)

*Esse ratatouille rende cerca de 3 vezes mais que o suficiente para a torta. Diminua as quantidades se não tiver outros fins para ele ou use as quantidades da receita original.

Massa:
2/3 de xícara de fubá
1/3 de xícara de farinha de trigo integral
1/4 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de óleo de canola
3-4 colheres (sopa) de água

Para o ratatouille, esquente o azeite numa panela ou frigideira grande e refogue ligeiramente a cebola. Acrescente então o pimentão, as beringelas e as abobrinhas, refogando tudo. Quando tudo tiver murchado um pouco, junte as azeitonas e o molho de tomate e tempere com sal, pimenta e ervas. Refogue mais, e se o molho estiver muito líquido deixe secar um pouco. Reserve, deixando esfriar. Preaqueça o forno em 180º enquanto prepara a massa.

Para a massa, você pode usar o processador ou fazer tudo numa tigela. No processador use o acessório de massas (faca de plástico) e misture primeiro o fubá, o trigo e o sal. Depois junte a manteiga e o óleo, pulsando para que vire uma espécie de farofa. Adicione a água até obter uma bola de massa (a minha não ficou exatamente uma bola, mas percebi que estava no ponto – usei 4 colheres de água).

Distribua a massa numa forma de torta pequena (usei uma de 20 cm e mal deu pra cobrir as laterais, acredito que porque usei uma forma canelada), forrando tudo com ajuda das mãos. Com um garfo, fure a massa em alguns pontos. Leve para pré-assar por cerca de 12-15 minutos. Retire do forno e distribua o recheio. Cubra com os queijos e volte para o forno por mais uns 25 minutos, até que os queijos derretam e a torta fique dourada.

Fonte: Kafka na Praia e Kitchen Space.

10

Nhoque de Batata

Mal a Eliana posta sua receita de nhoque e eu já corro para a cozinha prepará-la, afinal hoje é um dia 29 especial e eu estava desejando um bom nhoque há meses. Essa massa é daquelas que derretem na boca e facílima de fazer, recomendo inclusive para iniciantes na cozinha. Não pude fazer o molho recomendado por ela porque não tinha sálvia em casa, mas improvisei com um molho de tomate comprado pronto, temperado com alho bem fresco e manjericão.

Ingredientes:
600 g de batatas
1 gema
1 colher (sobremesa) de manteiga
2 colheres (chá) de sal
3/4 xícara (chá) de farinha de trigo (e mais um pouco para enfarinhar)

Cozinhe as batatas (como eu estava com pressa, descasquei antes e cortei em pedaços médios para cozinhar mais rápido) e passe-as pelo espremedor ou amasse-as com um garfo. Deixe esfriar um pouco (uns 10 minutos na geladeira ajudam). Enquanto isso coloque uma panela com bastante água no fogo para ferver. Quando a batata esfriar, junte o sal, a manteiga e a gema. Misture bem e adicione a farinha de trigo até incorporar tudo.
Numa bancada bem enfarinhada vá fazendo cobrinhas com a massa, com a ajuda das mãos. Corte para que forme os nhoques e vá separando-os numa superfície com farinha de trigo para que não grudem uns nos outros. Cozinhe na água fervente. Eles estarão prontos quando vierem à tona, é bem rápido. Vá retirando os que ficarem prontos. Sirva com o molho de sua preferência e bastante parmesão ralado.

Fonte: Feijão no Prato.

2

Talharim ao Vinagrete de Azeitona

O molho para este talharim é bem versátil e prático: pode ser servido fresco, sem ir ao fogo, ou levemente aquecido, como fiz, ou ainda como se fosse uma salada fria. De qualquer modo ele irá satisfazer quem estiver interessado numa refeição rápida e saborosa.

Ingredientes (2 porções):
200-250 g de talharim
1/3 de xícara (chá) de azeitonas verdes recheadas com pimentão, bem picadas
2 dentes de alho espremidos
2 cebolinhas verdes bem picadas (talos e folhas)
1 colher (sopa) de manjericão fresco picado
2 colheres (sopa) de sumo de limão
2 colheres (sopa) de vinho branco (ou 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco)
3 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem
Sal* e pimenta a gosto
Parmesão ralado a gosto (dispense se quiser uma versão vegana)
Rodelas de azeitona e manjericão fresco para finalizar (opcional)

*Não usei sal no molho: a azeitona e o parmesão são suficientes para salgar o prato, contanto que o talharim seja cozido em água salgada.

Deixe cozinhando a pasta em água fervente e salgada, conforme as instruções do fabricante, enquanto prepara o molho. Este pode ser preparado frio ou quente. Misture bem as azeitonas, o alho, a cebolinha, o manjericão, o limão, o vinho ou vinagre, a pimenta e o azeite. Teste o sal. Caso queira ele frio, já estará pronto. Caso queira quente (como fiz), quando a pasta estiver cozida, aqueça o molho numa frigideira, apenas por 1 minuto, sem deixar refogar muito, e acrescente o talharim escorrido, incorporando o molho. Sirva imediatamente, com rodelas de azeitona, folhas de manjericão e parmesão ralado.

Para uma outra versão, como salada fria, misture os ingredientes do molho, com exceção do azeite, e vá batendo e acrescentando o azeite em fio, até emulsificar. Misture com o macarrão de sua escolha (já frio) e sirva frio.

Fonte: Adaptado de uma receita de salada, recorte sem referência.

12

Madeleines de Espinafre e Parmesão

A receita salgada do livro me agradou bem mais que a doce, ficaram com uma textura melhor e o preparo é a coisa mais fácil do mundo de fazer. Você pode substituir o espinafre por outra verdura ou mesmo por ervas de sua preferência.

Ingredientes:
100 g de farinha de trigo
2 ovos
1 e 1/2 colher (chá) de fermento em pó
1 pitada de sal e pimenta-do-reino
2 colheres (sopa) de azeite extra virgem
20 g de manteiga derretida
2 colheres (sopa) de parmesão ralado
4 colheres (sopa) de leite
1 gota de molho de pimenta (Tabasco) (opcional)

30 g de espinafre, fresco ou congelado
1 pitada de noz-moscada (opcional)

Refogue o espinafre em uma panela com duas gotas de água. Escorra-o e amasse-o com um garfo, até que fique bem fino. Adicione a noz-moscada e e reserve. Misture todos os ingredientes restantes com um fouet e adicione o espinafre, misturando bem. Leve à geladeira por 30 minutos. Leve para assar no forno preaquecido de 220°, por cerca de 10 minutos em forminhas pequenas de madeleine. Rende 32 mini-madeleines. Sirva com algum molho cremoso, ou requeijão.

Fonte: Mini Madeleines – Sandra Mahut.

19

Chutney de Cebola Roxa Caramelizada

Fiz esse chutney antes de viajar em dezembro e recentemente lembrei de abri-lo. Confesso que não vi grande diferença no sabor antes e depois da maturação, então se quiser prepará-lo para o mesmo dia em que será servido, você tem o meu apoio, a menos que seja um dia em que você vá receber visitas, pois o cheiro da cebola fica por várias horas no ar. Essa é a única desvantagem de fazer este condimento em casa, pois no final você terá um complemento agridoce incrível que servirá de contraste aos sabores fortes e salgados, ótimo para usar em sanduíches, pizzas, carnes, frios, tortas e até como base para molhos.

Ingredientes:
6 cebolas roxas grandes (1 kg de cebolas sem casca)
3 colheres (sopa) de óleo de girassol
250 ml de vinagre de vinho tinto
50 ml de vinagre balsâmico
3 xícaras de açúcar mascavo
2 folhas de louro
15 a 20 pimentas-do-reino moídas ou pisadas na hora

Ingredientes que podem ser acrescentados (não usei nenhum, são opcionais): um dente de alho, cominho, tomilho, cravo, passas, mostarda, maçãs picadas.

Pique as cebolas o mais fino possível (eu passei no mandoline e usei em rodelas bem finas, mas o ideal é que você pique-as bem). Refogue-as no óleo até que fiquem macias. Junte os vinagres, o açúcar, as folhas de louro e a pimenta. Deixe ferver e depois cozinhe em fogo baixo por cerca de 1 hora, 1 hora e meia, até que as cebolas fiquem translúcidas e o líquido evapore. Fique atento, pois se o líquido evaporar muito rápido, pode queimar. Ponha o chutney ainda quente diretamente num vidro esterilizado próprio para conservas. Feche-o bem e deixe-o maturar em algum lugar escuro e fresco, ou na geladeira, por 4 a 6 semanas (a maturação é opcional). Se estiver bem fechado, ele terá uma validade de 6 meses até que seja aberto, quando deverá ser mantido na geladeira.

Fonte: Self Sufficient UK.

23

Minestrone de Outono no Verão

Sem ser rigorosa na definição, o minestrone é uma sopa com muitos ingredientes, feita com uma base refogada e que deve conter legumes da estação, incluindo quase sempre feijão e algum tipo de macarrão. Esta receita é do livro A Itália de Jamie e o resultado foi perfeito, mesmo fazendo-a numa versão vegetariana. Ficou bastante encorpada e serve quase como remédio naqueles dias em que o corpo precisa de mais nutrição. Numa sopa que não possui regras, afinal você usa o que tem disponível, as únicas regras indicadas pela receita são: usar um bom caldo, fazer o refogado lentamente e observar a estação dos ingredientes.
E por falar em estação, estamos em pleno verão, mas na minha cidade é uma época em que a temperatura cai e chove ocasionalmente. Não que eu precise dessa desculpa para fazer sopa, pois o fortalezense toma sopa à noite o ano inteiro: a temperatura daqui é tão constante que isso quase não interfere nas nossas escolhas do que comer. E se eu precisasse de uma desculpa para fazer esse minestrone novamente, eu diria que essa sopa foi uma das melhores que já tomei.

Ingredientes (6-8 porções):
200-300 g de feijão cozido sem caldo (ele sugere o branco ou o italiano rajado, usei feijão preto, mas adoraria ter usado feijão verde) (separe um pouco do caldo caso seja necessário usar no final da sopa)
4 tiras de bacon (não usei, imagino que fique bom, mas não senti falta)
2 cebolas roxas pequenas, descascadas e picadas finamente
2 cenouras descascadas e picadas
2 talos de salsão (aipo) aparados e picados (não usei)
1/2 cabeça de funcho (erva-doce) picada (não usei)
3 dentes de alho descascados e picados finamente
1 punhado de manjericão fresco, folhas e talos separados (troquei por salsinha fresca)
2 latas (400 g cada) de tomates pelados
2 abobrinhas pequenas picadas (tirei a casca e o miolo esponjoso)
1 batata média descascada e picada em cubos pequenos (acrescentei, não tem na receita original)
1 xícara de milho verde cozido (acrescentei, não tem na receita original)
1 taça de vinho tinto
200 g de acelga ou espinafre, lavado e picado grosseiramente (usei espinafre congelado)
550 ml de caldo de galinha ou de presunto ou de legumes (usei de legumes)
80 g de massa de macarrão seca e curta (usei serpentini, se usar massa longa, quebre antes)
1 pedaço de queijo parmesão, para servir (não usei)
Azeite de oliva para refogar
Azeite de oliva extra-virgem para servir

Primeiro faça o refogado (soffritto): aqueça um pouco de azeite de oliva numa panela com cabo e junte o bacon (que eu não usei), a cebola, a cenoura, o salsão, o funcho, o alho e os talos de manjericão (no caso usei os talos da salsa) bem picados. Refogue lentamente em fogo baixo, com a tampa pela metade, por cerca de 15 minutos, ou até que fiquem macios, mas não escuros.
Acrescente os tomates, a batata, as abobrinhas e o vinho tinto e cozinhe em fogo brando por 15 minutos. Depois disso, acrescente o caldo e deixe cozinhando até as batatas ficarem levemente cozidas, uns 10 minutos (adicionei também um pouco de sal, já que eu não usei o bacon). Por fim, junte o espinafre (ou a acelga) e o feijão. Acrescente a massa de macarrão e deixe ferver até que a massa esteja cozida. Se for preciso, junte um pouco mais de caldo de legumes ou o caldo do feijão reservado, ajustando a consistência da sopa conforme o seu gosto. Prove e tempere com sal e pimenta. Sirva com as folhas de manjericão (usei folhas de salsinha) rasgadas por cima e um pouco de azeite de oliva extra-virgem. Se desejar, rale um pouco de parmesão sobre a sopa.

Fonte: A Itália de Jamie – Jamie Oliver.