Pão de Abóbora


Receitas que levam abóbora sempre me chamam a atenção, e esse pão da Dadivosa me pareceu bem apetitoso. Na hora de preparar bate um desespero porque a massa é bem grudenta mesmo, quase uma cola, mas vale a pena, porque o pão fica bem gostosinho. Só colocaria mais sal, numa próxima vez, pois gosto de pão bem salgado. Leia aqui a receita em prosa dadivosiana, e descubra como a intrepidez e a cisma fazem parte dos ingredientes da receita!

Ingredientes:
3 tabletes de fermento fresco para pão (45 g)
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de sal
1/2 xícara de creme de leite fresco (usei iogurte natural)
3 ovos inteiros
1 e 1/2 xícara de abóbora já cozida e passada no liquidificador (eu amassei com um garfo)
6 xícaras de farinha de trigo (numa delas usei farinha integral)
leite para pincelar (usei uma gema)
sementes de papoula para salpicar

Numa vasilha grande, dissolva o fermento com o açúcar com a ajuda de uma colher até que fique líquido. Acrescente o sal, o creme de leite, os ovos e a abóbora. Mexa apenas para homogeneizar um pouco. Aos poucos vá acrescentando a farinha. Comecei usando um fouet, mas quando a massa fica pesada é melhor usar as mãos. A massa deve ficar bem grudenta. Cubra o recipiente com filme plástico ou pano de prato e deixe descansar por meia hora. Transfira a massa para duas formas de bolo inglês (27 x 11) previamente untadas com óleo. Cubra novamente e deixe crescer por uma hora ou até dobrar de volume: é bom usar filme plástico pra evitar que transborde. Pincele os pães com leite ou gema, salpique sementes de papoula a gosto e leve ao forno preaquecido em 180° por cerca de 40 minutos (tirei os meus um pouquinho antes).

Fonte: Dadivosa.

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19 comentários sobre “Pão de Abóbora

  1. Olá, entrei no seu blog via o blog do Sr. Prendado. Gostei muito das suas receitas. Sou finlandesa mas moro no Brasil e tenho um blog também – em finlandês. Estou procurando receitas brasileiras pois minha comida tende a ser muito finlandesa. Adicionei seu blog no meu, se for problema, passa lá para deixar comentário que eu removo ok? TUdo de bom!

  2. <>Verena<>, acho que vale a pena sim, só tem que ter um pouquinho de paciência, não é? 🙂Olha, o pão não deixa muito gosto de abóbora não, mas se você não gosta, tem esse outro de requeijão aí embaixo que também é muito bom! 🙂Olá, <>Gringa<>! Que bom que gostou da minha cozinha, já dei uma olhadinha no seu blog e, apesar de não entender o que está escrito me parece muito legal sua proposta. Imagina se é problema, eu é que agradeço por você me linkar! Abração! 🙂

  3. Adorei o Blog, muito caprichado…vou escolher uma receita e depois conto como foi, e aproveitando vou logo agradecendo a tarde maravilhosa que foi proporcionada.Beijos para vc, Ricardo e San M.

  4. <>Valentina<>, confesso que o visual foi o que mais me atraiu a fazer a receita. 🙂<>Agdá<>, é bom, né? Adoro aquelas em formato de cabaça. 🙂<>Zoe<>, é pra me contar mesmo, viu? Apareça sempre. Mande um beijo pra Luciana.<>Patricia<>, o problema é ter gente pra comer! Mandei boa parte pra casa da mamãe! rsObrigada, <>Laranjinha<>, é bem gostoso sim. 🙂

  5. Quanta honra, Lu! Ficaram lindos os seus pães. Os meus eu congelei em fatias, ia retirando do freezer e passava por uns minutinhos no forno. Estou até com vontade de fazer de novo 😀Beijos e boa semana

  6. Quando eu penso que acabou a febre dos jerimuns/abóboras, lá me você, d. Luna, mostrando outra delícia? Assim eu vou ter *mesmo* que me render às receitas jerimunzais… heheheheheFica lindinho o pão, hein?Beijos!

  7. <>Dadi<>, essa idéia de congelar é ótima, mas eu não consigo me organizar pra congelar as coisas. Congelados é um projeto para outro ano. rsrs<>Marcinha<>, renda-se logo! hehehe<>Eliana<> e <>Sílvia<>, não posso ver nada laranja que encho a boca de água (rs).

  8. LunaVi seu nome na reportagem e gostaria de saber se você tem algum parentesco, com Marcio que trabalhou na IBM.Estarei indo para Fortaleza dia 08/03, quem sabe poderiamos nos encontrar. O telefone é 32425700.

  9. E você pode fazer meia receita, <>Carla<>, pois dá bastante pão!<>Wal<>, querida, se você fala do Márcio, pai do Marcelo, sei quem ele era, acho que era primo de meu pai, mas não cheguei a conhecê-lo, a família dele mora em Pernambuco, não é isso?Seria um prazer encontrá-la, vou deixar meu telefone no seu blog depois. 🙂

  10. Era ele mesmo, trabalhou comigo. O engraçado foi que, quando casei, dei para meu marido um dicionário, escrito pelo pai do Marcio, de termos nordestinos para que ele me entendesse, já que é paulista.

Obrigada pela visita! Deixe um comentário e responderei aqui mesmo.

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