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Bolo de Canela e Cacau


Estava com uma vontade de comer bolo, pesquei essa receita da Elvira da minha lista de receitas por fazer, pois imaginei o cheirinho que o bolo teria ao sair do forno e a praticidade em fazê-lo, já que hoje meu dia foi um tanto atarefado.
Ele é pequenino (usei forma de 20 cm), tem uma textura que lembra brownie, aliás, ao comê-lo você pensa logo em sorvete. Não é muito doce, tem um sabor sofisticado, muito gostoso.

Ingredientes:
200 g de farinha de trigo com fermento (usei a normal com 2 colheres (chá) de fermento)
100 g de açúcar
3 colheres (sopa) de cacau em pó
1 colher (chá) de canela em pó
3 gotas de essência de baunilha
100 ml de óleo
200 ml de suco de laranja
Óleo para untar
Açúcar cristal para polvilhar (usei de confeiteiro)

Preaquecer o forno a 180°. Misturar muito bem a farinha com o açúcar, o cacau e a canela. Abrir um buraco no meio e juntar o óleo e a baunilha.
Incorporar o suco de laranja. Bater muito bem até obter uma massa lisa e homogênea. Transferir a massa para uma forma pequena (20 cm), redonda, sem buraco no meio, untada com um pouco de óleo. Levar para assar no meio do forno por 35 minutos (o meu assou em 30 minutos).
Polvilhar com um pouco de açúcar ao tirar do forno. Deixar amornar e desenformar delicadamente. Servir o bolo levemente morno ou frio.

Fonte: Elvira’s Bistrot.

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Baião-de-Dois com Ovo Estrelado [Comidas da Memória]

Finalmente consegui participar do evento da Valentina: Comidas da Memória, em que você prepara e relata o seu prato preferido da infância.
Quando criança, eu não gostava de comer. Com exceção, é claro, daquele tipo de comida que toda criança gosta: comida de aniversário.

O fato é que das poucas vezes em que eu comia com gosto em casa era quando a minha mãe fazia um baião-de-dois bem básico, só com queijo e nata. Geralmente acompanhado com um ovinho “estrelado”, com a gema estourada, para o ovo ficar bem amarelinho e disfarçar a clara. Se eu ainda desse trabalho tinha que ser no “capitão”, isto é, minha mãe fazia bolinhos de comida pra que eu e minha irmã achássemos divertido comer, pois assim a gente continuava brincando e ela ia colocando os bolinhos na nossa boca.

Queria agradecer muitíssimo à Valentina pelo evento. Acho que todo mundo que está participando telefonou pra mãe pra perguntar qual era seu prato favorito e isso resultou numa conversa agradável e nostálgica.

Como já tem aqui uma receita de Baião-de-Dois bem tradicional, vou apenas contar mais ou menos como fiz esse – geralmente esse tipo de refeição as pessoas fazem mais na intuição do que por receita.
Cozinhei 2/3 de xícara de feijão de corda (em mais ou menos 1/2 litro de água) para 1 xícara de arroz. Para preparar é só refogar o arroz como se fosse prepará-lo sozinho (com alho e/ou cebola). Acrescente o feijão já cozido junto com o caldo. Adicione água suficiente para cozinhar o arroz. Essa é a diferença entre baião e o simples feijão com arroz, o arroz tem que ser cozido junto com o feijão, pra pegar o gosto e a cor. Quando estiver quase seco, jogue por cima pedaços generosos de queijo de coalho (ou de minas) e tampe a panela para terminar de secar e derreter um pouco o queijo. Querendo, acrescente umas 2 colheres de nata (caso não tenha, substitua por requeijão).

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Panquecas Americanas II


Fiquei em dúvida se postava uma receita de Panqueca de Blueberries sem os blueberries, mas já que este blog é um arquivo de receitas, acho que a Cinara não vai se importar – tive que mudar o nome se não ia ficar meio sem sentido.
Fiz essas panquecas há uns dias – infelizmente minha cozinha está interditada desde ontem – e adorei a receita, comparando com a outra da Patricia fica empatado: a da Cinara é bem prática pois não usa batedeira, a da Patricia é prática porque não precisa untar a frigideira – em sabor, as duas são deliciosas. Comi com um fiozinho de maple syrup, eu o Ric viciamos neste negócio, muito bom. Cinara, agora só falta eu experimentar as dutch babies.

Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de sal
1 ovo batido
1 xícara de leite
2 colheres (sopa) de óleo
1 xícara de blueberries (não usei)

Em uma tigela, misture a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. Em outra tigela, misture o ovo, o leite e o óleo. Acrescente à mistura de farinha de uma só vez, e misture apenas até incorporar.
Derrame cerca de 1/4 de xícara de massa em uma frigideira quente e levemente untada, sobre fogo baixo. Em seguida, espalhe cerca de uma colher (sopa) de blueberries frescas ou congeladas sobre a massa (a quantidade de blueberries pode variar de acordo com o gosto de cada um). Vire a panqueca quando a superfície estiver borbulhando e as bordas levemente secas. Rende de 8 a 10 panquecas.

Fonte: Cinara’s Place.

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Macarronada de Atum


Não que haja algo demais na receita, mas sabe aquela macarronada que tem a cara de quem a faz? Essa é a minha. Já fiz tanto essa receita pros meus amigos que hoje em dia até evito fazer. Adoro a combinação de atum e azeitona (nesse caso usei picles, um bom substituto) e (quase) sempre uso colorau em macarronadas vermelhas pois ele satura a cor do macarrão, do molho e da carne (no caso, o atum) e dá um sabor a mais através da visão – é sabido que o colorau não tem sabor, mas acho que a cor envia alguma informação pro cérebro que faz a gente acreditar que tem algo mais ali.

Ingredientes (2-3 porções):
115 g de fettuccine ou spaghetti
170 g de molho de tomate (1/2 lata)
1/2 cebola picada grosseiramente
2 colheres (sopa) de manteiga (opcional)
2 colheres (sopa) de óleo ou azeite
2 colheres (sopa) de colorau (colorífico)
1 lata de atum (170 g)
2 picles de pepino fatiados (ou azeitonas a gosto)
Sal a gosto
Pimenta a gosto

Cozinhe o macarrão em água, sal e uma das colheres de colorau. Isso demora o tempo de fazer o molho: refogue a cebola na manteiga e óleo. Acrescente o atum e a outra colher de colorau e mexa bem, até o refogado incorporar o colorau. Deixe fritar um pouquinho e acrescente o picles ou azeitonas. Depois adicione o molho e tempere com sal. Quando o molho ferver e reduzir um pouquinho (isso tudo é bem rápido), junte o macarrão cozido na panela do molho e mexa, juntando tudo (com uma colher de plástico, pra não quebrar o macarrão). Sirva imediatamente, com uma chuvinha de pimenta-do-reino moída na hora.

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Farofa de Cenoura


Desde que a Patricia postou essa receita não paro de desejar essa farofinha de cenoura. Segui direitinho o preparo, mas tive que quebrar a lógica vegetariana da receita e acrescentar uma sobra de frango que eu tinha – afinal existe todo um conceito relacionado à farofa de que ela tem como maior função reaproveitar sobras de carne ou disfarçar a pouca quantidade dela.
Outra alteração que fiz foi acrescentar manteiga: a combinação de azeite e manteiga funciona muito pra mim.
Eu quis almoçar só ela mesmo, como prato único, comi esta cumbuquinha aí da foto e dei só um pouquinho pro Ric.

Só uma curiosidade: por causa do nome do blog, todo mundo me pergunta se macaxeira é mandioca e eu sempre digo que sim, apesar de aqui no Ceará não serem bem a mesma coisa: a mandioca que faz a farinha (e que é proibida para o consumo por causa do veneno) é a mandioca-brava, que conhecemos aqui simplesmente por mandioca; já a mandioca que usamos nas receitas é a mandioca-doce ou mansa, ou seja, a macaxeira. Talvez o nome tenha aparecido com a preocupação em diferenciá-las, já que uma delas é perigosa.

Ingredientes:
1 colher (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de manteiga com sal
1/2 cebola picada
1 pedaço de frango desfiado (opcional)
1 cenoura grande ralada (no ralo grosso)
1 colher (sopa) de salsinha picada
40 g de azeitonas verdes, descaroçadas e picadas
70 g de farinha de mandioca (coloque aos poucos até o ponto desejado)
Sal e pimenta a gosto

Aqueça o azeite e a manteiga e refogue a cebola. Junte a cenoura e o frango e refogue por 1 minuto. Junte as azeitonas e a salsinha, tempere com sal e pimenta e depois adicione a farinha. Misture bem.

Fonte:Technicolor Kitchen.

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Muffins de Semente de Papoula com Calda de Limão

Essa receita é um misto de bolinho e muffin, segundo o site de onde tirei, pois apesar do começo da receita ser de bolo, no final a incorporação dos ingredientes secos seguem o processo do muffin. Na versão da foto eu não havia ainda usado as raspas do limão e a calda que o segue, mas elas são essenciais.

Ingredientes:
260 g (2 xícaras) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de sementes de papoula
1/4 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
113 g (1/2 xícara) de manteiga sem sal
200 g (1 xícara) de açúcar
2 ovos grandes
240 ml (1 xícara) de iogurte integral
1 colher (chá) de extrato de baunilha
Raspas de 1 limão

Calda de limão:
60 g (1/2 xícara) de açúcar de confeiteiro
2 colheres (sopa) de suco de limão fresco.

Preaqueça o forno em 180° e coloque a grelha no centro do forno. Prepare 12 forminhas de muffin (unte-as, se necessário ou use forminhas de papel).
Numa pequena vasilha, misture a farinha, as sementes de papoula, o sal e o bicarbonato de sódio. Reserve.
Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar. Acrescente os ovos, um de cada vez, batendo bem a cada adição. Adicione o iogurte, a baunilha e as raspas e bata até ficar homogêneo.
Acrescente a mistura dos ingredientes secos e misture, apenas para incorporar. Não bata demais.
Despeje a massa nas formas e asse por 18 a 20 minutos ou até que passe no teste do palito. Deixe esfriar por 5 minutos antes de retirá-los das formas. Jogue a calda por cima. Rende 12 muffins.

Fonte: Joy of Baking.

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Bolachinhas de Amor e Canela


Alguém sabe a diferença entre bolacha e biscoito? Quando eu era pequena, a idéia que eu tinha era de que bolachas eram sempre achatadas e sem muita graça (como as bolachas Maria, Maizena, Cream Cracker) e os biscoitos eram aqueles com algo mais no sabor e no formato. Com o tempo, pra mim, tudo virou biscoito. Na internet não encontrei muita coisa, mas parece que não há diferença nenhuma, são apenas palavras com origens diferentes para a mesma coisa.
Bom, mas essa questão me veio por causa do livro Dona Benta, que é de onde eu tirei essa receita. A divisão lá se faz entre bolachas, biscoitos e sequilhos. Mas nada de dizer qual a diferença. Eu já comentei por aí que esse livro me decepcionou. Não tem ilustrações, não explica as coisas com detalhes, deixa tudo meio confuso. Na verdade parece que você encontrou o caderno de receitas da sua avó e ela meio que escreveu só pra ela entender. Mas eu queria fazer uns biscoitinhos pra inaugurar meus cortadores de biscoitos e quis dar uma chance ao livro.
Na página 851, me animo a fazer as Bolachas de Amêndoas, pra usar umas amêndoas que estavam na geladeira há um tempo mas descubro que elas não estão lá há muito tempo, já que meu marido se encarregou de comê-las como quem come pipoca. Decido-me então pela receita seguinte – pelo nome eu só podia usar um cortador mesmo. O problema é que a massa ficou muito seca – imagina como eu xinguei o livro – então adicionei mais manteiga e um pouquinho de água pra dar um ponto de abrir no rolo.
Passada a raiva, tudo deu certo, deu pra abrir, cortar e assar muito bem: os biscoitos são bem gostosos, amanteigados, não espalham na hora de assar. Assei em duas fornadas: uma com papel-manteiga e outra sem, e é bem melhor com papel, os biscoitos ficam mais bonitos e com menos perigo de queimar. Usei forno 180°-200° e a receita deu 49 coraçõezinhos.

Ingredientes:
250 g de farinha de trigo
100 g de açúcar
80 g de manteiga ou margarina
3 gemas
1 colher (café) de fermento em pó
Canela e açúcar para polvilhar

Amasse bem todos os ingredientes até obter uma massa lisa, que despregue das mãos. Abra a massa com um rolo numa espessura de meio centímetro. Corte com cortadores apropriados, no formato desejado. Coloque em assadeira untada com manteiga ou margarina (sugiro forrar com papel-manteiga) e leve ao forno por cerca de 20 minutos (fique de olho pois pode assar antes – o ponto é quando começa a a aparecer o douradinho nas laterais da parte de baixo da bolacha). Depois de frias, polvilhe-as com açúcar e canela.

Fonte: Livro Dona Benta (2004).

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Muffins de Passas

Hoje chegou minha forma de muffins que eu pedi pela internet e claro que eu tinha que estreá-la, que nem criança quando ganha brinquedo. As poucas vezes que tentei fazer muffins foi com minha máquina de tortas (veja foto abaixo) e achei muito sem graça, nada a ver com o que eu via por aí.
Procurei algumas receitas pelos blogs e me encantei com essa da Valentina, pois achei que ela tinha uma base bem clássica e simples, substituindo os mirtilos por passas.
Achei que ficaram deliciosos, não são muito doces, acho que a doçura virá do que você colocar neles – no meu caso, as passas. Textura úmida, porém firme, macio, muito bom. Imaginem como agora vou entrar numa fase de muffins!
Pelo que entendi, o que caracteriza o muffin é ser feito sempre com manteiga derretida (ou óleo vegetal) e a mistura ser feita com um garfo, de maneira grosseira, de modo que a massa fique com aspecto empelotado, diferente do cupcake, que é um bolo mesmo, ainda que em miniatura. Já li em algum lugar que o muffin estaria mais pra pão do que pra bolo, mas vou deixar que os comentários me dêem uma resposta melhor.

Como eu só tinha uma forma – tinha, porque acabei de encomendar mais duas – fiz o resto da massa na máquina, e confirmou-se pra mim o fato de que ela não serve para muffins e bolinhos, só para tortinhas de massa amanteigada mesmo.

Comparando um muffin feito pela máquina e outro na forma dá pra perceber que não é a mesma coisa: a massa não cresce, não doura, enfim, não vinga.

Ingredientes:
75 g manteiga sem sal e em temperatura ambiente
200 g farinha de trigo
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento em pó
75 g de açúcar
Pitada de sal
100 g de iogurte
100 ml de leite desnatado
1 ovo grande
120 g de passas sem sementes

Preaqueça o forno em 200°. Prepare a forma (ou formas) de muffin.
Combine todos os ingredientes secos numa vasilha e reserve. Derreta a manteiga e deixe esfriar. Enquanto a manteiga esfria, misture os ingredientes líquidos. Acrescente a manteiga assim que esfriar. Faça um buraco no meio da vasilha com os ingredientes secos e derrame a mistura líquida. Com um garfo misture tudo levemente apenas para combinar todos os ingredientes, preservando a consistência encaroçada, o que é uma característica do muffin. Jogue as passas só no final. Divida a mistura pelas forminhas e leve ao forno por 20 minutos (os meus não ficaram tanto tempo, tenho que lembrar da próxima vez ficar de olho no forno ou usar uma temperatura mais baixa).

Fonte: Trem Bom.

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Bolo de Carne Americano

Fiquei maravilhada com esse Meatloaf da Cinara. É muito gostoso e úmido, além de prático e simples de fazer. Fica um pouco picante, mas com um leve doce, delicioso, só mudei um pouquinho a quantidade de sal. Esse molhinho por cima é de matar. Vai virar receita do nosso dia-a-dia.

*Só uma observação: eu sempre reproduzo a receita de outro blog no meu blog (ao invés de deixar só o link) porque quero manter arquivado comigo, pois às vezes os links se perdem, dá falha no servidor, os blogueiros migram ou acabam seus blogs e vou acabar ficando sem a receita. Falo isso porque já tive blog e já aconteceu de eu perder coisas importantes confiando no link. Mesmo assim sempre espero que quem vê a receita aqui visite o post original, pois cada experiência é única e a mesma receita, feita com os mesmíssimos ingredientes, nunca sai do mesmo jeito.

Ingredientes:
Loaf:
500 g de carne moída (usei patinho)
1/2 xícara de aveia em flocos finos
2/3 xícara de leite (usei desnatado)
1 cebola grande picada
1/2 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino

Molho:
2/3 xícara de catchup (usei o Heinz)
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
Pouco menos de 1/2 xícara de água
1 e 1/2 colher (sopa) de molho inglês (usei o Lea & Perrins)
1 e 1/2 colher (sopa) de açúcar

Preaqueça o forno a 180°. Misture a carne, a aveia, o leite, a cebola, o sal e a pimenta. Coloque em uma fôrma de bolo inglês, untada com manteiga. Misture bem os ingredientes do molho e espalhe por cima. Asse por 1 hora e meia.

Fonte: Cinara’s Place.

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Torta Focaccia


Tenho essa receita há bastante tempo e só tinha preparado ela uma vez, há muitos anos, mas nem me lembrava mais do resultado. Está no meu caderninho, mas lembro que copiei de um programa de tv, era uma receita da culinarista Luzinete Veiga. A massa é bem grudenta e não sei que ponto é esse que solta das mãos, só sei que não o alcancei, sob pena de colocar muita farinha e a massa ficar pesada. Deixei a massa crescer e ela fica enorme, na hora de abrir ela virou uma toalha, mas como ela gruda muito dá um pouco de trabalho colocar na forma. Nessa hora jurei que não repetiria a receita. Fiquei com medo de não conseguir cobrir e acabou ficando pouca massa embaixo e muita massa em cima, como se pode ver pelas fotos. O ideal seria ter feito em uma forma maior (fiz com uma de 24 cm), pois a torta é grande, mas eu não tinha. O pior é que o resultado foi muito bom, fica bem saborosa, essa massa é muito macia, deliciosa mesmo, com certeza por causa da batata.
Abaixo, duas fatias: a primeira é de logo quando tirei do forno, a massa e o recheio estavam derretendo, uma delícia! Depois a textura da torta fria.

Ingredientes:
Massa:
1 xícara (chá) de leite morno
20 ou 30 g de fermento biológico (dependendo da temperatura – usei 25 g)
1 colher (sobremesa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
1 colher (sopa) de óleo
100 g de manteiga
2 gemas
3 batatas médias cozidas e amassadas
Farinha de trigo até soltar das mãos (mais ou menos 550 g)
1 gema para pincelar

Recheio:
4 tomates
1 cebola
2 colheres de sopa de azeite
200 g de presunto
200 g de mozarela
150 g de lingüiça calabresa.
220 g de queijo cremoso
Sal e orégano a gosto

Derreta o fermento no leite morno e acrescente o sal, o açúcar, o óleo, a manteiga, as gemas e as batatas. Misture bem e vá acrescentando a farinha de trigo até soltar das mãos. Sove a massa em superfície polvilhada e deixe crescer (deixei crescer enquanto fazia o recheio, acho que uns 30 ou 40 minutos).
Para o recheio eu processei primeiro o presunto, a mozarela e a lingüiça juntos e reservei. Depois processei os demais ingredientes também juntos. Na receita diz que eles devem ser picados, mas achei mais prático processá-los.
Abra a massa com um rolo e ponha numa forma untada e polvilhada, deixando sobras da massa pra fora. Acrescente o recheio de forma que a primeira camada seja da mistura de queijo, presunto e lingüiça e depois a mistura de tomate – pode ir alternando as camadas, mas na pressa eu coloquei cada camada de uma vez só. Feche a massa com as sobras e pincele com gema. Leve ao forno preaquecido (180°). O meu assou em 50 minutos.

Fonte: Caderno de receitas.