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Sobremesa de Pêssego do Jamie Oliver

Na dúvida se fazia essa sobremesa ou um crumble, optei por essa espécie de torta, pela curiosidade de como ficaria. Pelo que eu lembrava de ver o preparo, imaginava que seria algo como um pudim ou algo assim, mas é uma torta parecida com bolo (pudding), macia com casquinha um pouco crocante, bem legal, que pena que a aparência da foto talvez não faça jus ao sabor. É uma torta com açúcar sutil, para quem não aprecia coisas muito doces (mas quem aprecia também irá gostar). Recomendo imensamente essa massa, e recomendo fazer numa forma média, fiz numa grande e ficou muito baixinha. E recomendo a mim mesma da próxima vez comê-la com uma bola de sorvete de creme.

Ingredientes:
125 g de açúcar
125 g de farinha de trigo com fermento
125 g de manteiga sem sal
4 colheres (chá) de açúcar demerara
4 colheres (sopa) de água
2 ovos
1 fava de baunilha cortada ao meio no comprimento com as sementes liberadas
6 pêssegos frescos maduros sem caroços (ou outra fruta de sua preferência)

Preaqueça o forno em 180°. Corte os pêssegos em fatias médias. Cozinhe-os com a fava de baunilha, a água e o açúcar demerara, deixando ferver por apenas 5 minutos. Distribua-os então numa assadeira média untada com manteiga e levemente polvilhada com farinha de trigo.
Para a massa, bata bem a manteiga com o açúcar e os ovos, até que fique leve e pálido. Acrescente a farinha de trigo e incorpore-a. Coloque a massa por cima das frutas em colheradas sem se preocupar em cobrir tudo pois, à medida que assa, a massa vai entrando nas frutas e vice-versa. Leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos.

Fonte: The Naked Chef – Episódio 02.06.

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Macarrão com Molho de Nata + Batatas Assadas com Alecrim

Tomada por um resfriado terrível hoje eu precisava de um jantar bem calórico e salgado. Comecei cozinhando umas batatas sem saber o que ia fazer com elas, depois me inspirei nas Batatas Coradas com Alecrim e Parmesão da Faby e resolvi assá-las, apesar de não ter feito como ela fez. Não bastava e resolvi fazer um pouco de macarrão com um molhinho básico e ficou tudo certo, até diminuiu meus espirros. Eu não sei porque nunca tinha pensado em fazer molho com nata, ficou ótimo.

Como foi tudo meio improvisado e básico, aqui vai o registro (para 2 porções): cozinhei 4 batatas até ficarem um pouquinho macias, mas ainda firmes. Cortei em rodelas e distribuí numa assadeira com óleo de girassol. Por cima sal, pimenta e alecrim, mais um pouquinho de óleo e coloquei em forno alto.
O macarrão medi um prato de massa seca e cozinhei na água com óleo e colorau. Pro molho (que foi o melhor dessa festa) foi 1 colher (sopa) bem cheia de nata, 1/2 xícara de leite, 1 colher (sopa) de catchup e 1/2 colher (chá) de sal misturados numa panela até ficar homogêneo e ferver um pouquinho. Acrescentei pedaços de queijo e azeitonas picadas e depois mergulhei o macarrão no molho.

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Pudim de Coco


Como hoje não tive muito tempo, resolvi fazer um bolinho simples de liquidificador e encontrei uma receita de Bolo Cremoso de Coco, que eu rebatizei de Pudim de Coco por achar mais adequado ao tamanho e à textura. Como eu esperava um bolo mesmo, fiquei meio decepcionada, afinal ele não cresce muito, mas o sabor compensou e é bem molhadinho. O pedaço da foto era o último pois minha mãe passou aqui com minha irmã e minha tia Marilza (que por sinal faz doces maravilhosos a acabei esquecendo de pedir alguma receita) e elas adoraram.

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 medida (da lata) de leite
4 ovos
1 colher (sopa) de margarina (usei manteiga)
1 colher (sopa) de fubá ou milharina (usei fubá)
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
200 ml de leite de coco
100 g de coco ralado (eu usei menos)

No liquidificador bata todos os ingredientes (menos o coco ralado) até obter uma massa homogênea.
Misture delicadamente metade do coco ralado (eu usei umas 70 g logo e deixei menos para polvilhar no final). Transfira para uma forma de buraco no meio, previamente untada e enfarinhada. Leve para assar em forno preaquecido até que, enfiando um palito, ele saia limpo. Ele demora um pouco, mais de 40 minutos. Aguarde esfriar, desenforme e polvilhe com o coco ralado restante (das 30 g que sobrou usei umas 15) antes de servir.

Fonte: Receitas de Liquidificador – Especial “Receitas e Sabores”.

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Baião-de-dois


Ultimamente aqui em Fortaleza as casas especializadas em baião-de-dois fazem o que se pode chamar de baião “branco”, com feijão verde. Mas o baião que eu gosto é desse tipo que o arroz toma um pouco a cor do feijão (de corda ou preto) e essa receita agradou todo mundo que veio almoçar aqui hoje. Ele fica pastoso (eu cheguei a pensar que tinha colocado muita água, mas quando vi a foto do livrinho de onde tirei vi que estava igual ao meu). Vou colocar como fiz, no original havia toucinho, que eu substituí pelo bacon, no lugar do óleo era azeite de oliva, e por minha conta acrescentei nata, que é essencial num baião, pra mim. Nada light, realmente, mas de ficar triste de felicidade e como o estrago estava feito (porque não precisava, por ser prato único), ainda foi acompanhado por macaxeira frita. Bom demais.

Ingredientes:
1 kg de carne-seca cortada aos pedaços
2 e 1/2 xícaras de feijão de corda
100 g de bacon em cubos
5 litros de água
4 dentes de alho
1 cebola grande
4 colheres (sopa) de óleo de girassol
1 e 1/4 xícara de arroz
1/4 xícara de coentro picado
1/4 xícara de cebolinha verde picada
200 g de queijo coalho cortado em forma de bastão
4 colheres (sopa) de nata salgada

Dois dias antes coloque a carne-seca numa tigela grande, cubra com água e deixe na geladeira coberta, trocando a água a cada 4 horas (troquei apenas umas 3, 4 vezes por dia e só). Na véspera, coloque o feijão numa tigela média, cubra com água e deixe de molho até a hora de preparar a receita (não deixe passar de 12 horas, pro feijão não fermentar).
Escorra a água do feijão e da carne-seca e transfira-os para uma panela grande. Acrescente o bacon, 4 litros de água e leve ao fogo alto. Como a minha panela era grande, mas não tão grande, coloquei 2 litros de água e fui deixando sempre um litro para ferver em outra panela, pra ir acrescentando. Não quis fazer em panela de pressão pois era muito feijão e tenho a impressão que fica melhor assim. Não reparei muito no tempo, mas se não me engano em 2 horas de cozimento o feijão e a carne já estavam bem macios. Aqui é a hora de ver se está bom de sal, no meu caso precisou, apesar da carne salgada.
À parte, pique o alho e a cebola e refogue-os no óleo, em fogo médio, até dourar. Junte o feijão (ou junte ao feijão, se for continuar na mesma panela) e misture. Adicione o arroz, a água restante, o coentro, a cebolinha e cozinhe até o arroz ficar macio. Se quiser pode ir acrescentando a água aos poucos, se não quiser que fique muito pastoso.
Ainda tinha um pouco de água quando acrescentei a nata, misturei um pouco e depois o queijo. Deixe secar mais um pouco, mas ainda fica um pouco molhado, que seca à medida que vai esfriando.

Fonte: Cozinha Brasileira – Nordeste (Claudia Cozinha Especial), que se baseou numa receita de um livro de Raquel de Queiroz.

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Bolo Madeira

Curiosa em relação à textura das amêndoas em bolo, sempre comentada pela Patricia Scarpin e pela Valentina, não resisti e fiz o Bolo Madeira postado pela Patricia. Tudo que consigo pensar é “quanto tempo perdi” porque o negócio é bom demais. Realmente o bolo fica bem úmido, macio, delicioso. O bolo é pequeno, então se for pra muita gente, é melhor fazer dois, porque todo mundo repete e revira os olhos.

Ingredientes:
170 g de manteiga sem sal, amolecida
170 g de açúcar
1 colher (sopa) de raspas de casca de limão*
3 ovos
2 colheres (sopa) de suco de limão*
100 g de farinha de trigo
1 colher rasa (chá) de fermento em pó
75 g de amêndoas finamente moídas

Preaqueça o forno a 170° C. Unte uma forma de bolo inglês (10x20cm) e forre o fundo com papel manteiga. Unte o papel e polvilhe farinha de trigo.
Usando a batedeira, bata a manteiga, o açúcar e as raspas de limão até obter um creme leve. Acrescente gradualmente os ovos e o suco de limão e bata bem. Peneire a farinha e o fermento por cima da mistura da tigela e incorpore. Misture as amêndoas moídas.
Coloque a massa na forma e asse por 45 minutos (o meu assou em 35 minutos – faça o teste do palito).
Deixe na forma por 5 minutos e desenforme numa grelha.

*A Patricia usou limão siciliano e eu usei limão verde.

Fonte: Technicolor Kitchen.

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Munguzá Doce Light [Canjica]

Quando criança, eu só conhecia munguzá* salgado (com feijão, pedaços de porco e lingüiça), que inclusive é um dos meus pratos preferidos. Conto nos dedos quantas vezes comi, não é algo que se ache fácil por aí, e eu mesma devo ter feito apenas umas duas vezes, em versões light, porque o negócio leva pedaços de porco, que eu não teria coragem de manipular.
Acho que pela textura do milho de canjica acabei me acostumando com o doce também. Resisti à tentação de colocar leite condensado e tirar o light da receita, com medo de ficar sem graça, mas não precisou. Ficou ótimo assim mesmo.

Ingredientes:
1 xícara de milho para canjica
2 litros de água
1 xícara de leite desnatado
1 xícara de leite em pó desnatado
1/3 de xícara de coco ralado seco (27 g)
1 pitada de sal
3 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó

Lave o milho e deixe de molho em água fria por duas horas. Transfira o molho e a água para uma panela de pressão e cozinhe em fogo médio por uma hora. Tire do fogo e deixe sair a pressão. Escorra o líquido.
Em uma panela, misture o leite desnatado, o leite em pó, o coco ralado, o sal, o açúcar e o milho. Leve ao fogo médio, mexendo às vezes, até ferver e se reduzir ligeiramente. Retire do fogo e polvilhe com a canela para servir.

*Essa sobremesa é conhecida em alguns estados como Canjica.

Fonte: Especial “Baixas Calorias” da Claudia Cozinha.

3

Magneto do Rainhas do Lar

Chegou meu magneto Rainhas do Lar. Tão bonitinho, é o primeiro porque minha geladeira não tinha nenhum, apesar dos sete meses de lar. Fico muito feliz que as meninas tenham dado essa atenção aos leitores, em especial a Kátia, que mandou num envelopinho fofo, bem no dia que dei uma limpada geral na geladeira: agora ela tá banhada e com enfeite. 🙂

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Quiche de Cebola e Aspargos


É difícil eu acertar massas de quiche, embora não sejam difíceis de fazer. Mas essa massa é tão fácil que até quem nunca fez uma torta na vida pode conseguir. Como achei anotada num papelzinho, não sei de onde tirei. Só sei que amei, adoro coisas práticas e sem erro.

Ingredientes:
Massa:
250 g de farinha de trigo
125 g de manteiga
1 ovo
2 colheres (sopa) de água
sal a gosto

Recheio:
100 g de aspargos em conserva picados
2 cebolas grandes fatiadas
2 colheres (sopa) azeite de oliva
1 lata de creme de leite sem o soro
2 ovos
50 g de parmesão ralado
sal a gosto

Para a massa é só juntar todos os ingredientes numa vasilha e ir misturando com as mãos, até ficar homogênea. Ela fica bem lisa. Leve à geladeira por 1 hora. Enquanto isso refogue a cebola no azeite até ela murchar. Desligue o fogo e acrescente o aspargo. Ponha um pouco de sal. Reserve. Bata os ovos ligeiramente e depois acrescente o creme sem o soro (pra quem não sabe é só fazer um furinho no fundo da lata que, ao abrir em cima, o soro cai). Bata mais um pouco e acrescente o parmesão, sempre batendo pra incorporar.
Passada a hora da massa, abra-a na própria forma (eu usei uma de 20 cm, pode ser de 22 também) com os dedos, do centro para as laterais. Ela é bem fácil de trabalhar. Despeje a cebola com os aspargos e por cima o creme com ovos e parmesão. Leve ao fogo médio por 30 minutos ou até dourar.

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Biscoitinhos de Castanha-do-Pará


Como duas crianças aprontando na cozinha, eu e meu amigo Gil passamos a tarde de domingo fazendo biscoitos. Eu usei uma receita da Valentina e ele procurou outra pela internet. Esses biscoitinhos são bem diferentes, realmente, como ela diz, desmancham na boca, mas achei que estava pouco doce e polvilhei com um pouco de açúcar. Já hoje achei o sabor bem mais apurado e nem senti falta do doce. Um pecado de bom. Fiz só meia receita e deu 42 biscoitinhos.

Ingredientes (meia receita):
150g de castanha-do-pará moída
150g de manteiga em temperatura ambiente
100g de farinha de trigo
100g de amido de milho
50g de açúcar

Ponha os ingredientes numa vasilha, misture um pouco com uma colher de pau e depois com as mãos até que fique uma bola mais uniforme. Polvilhe uma bancada com um pouco de farinha, ponha a mistura aí e ainda mexa um pouco.
Faça bolinhas bem pequenas e leve ao forno até que doure (os meus levaram uns 40 minutos, mais ou menos).

Fonte: Trem Bom.

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Fritada com Batata


Todo mundo tem seu jeito de fazer fritada, uns com batata ralada, outros com folhas, outros com ervas. O meu jeito é bem simples e pra mim é uma delícia. Geralmente se faz fritada quando falta tempo ou ingredientes, mas acho tão bom que vale a pena fazer a qualquer hora. A idéia é de 1 ovo e 1 batata média para cada porção e o resto é o que tiver na geladeira.

Ingredientes (para duas porções):
2 ovos
2 batatas médias (ou sobras de purê)
1 tomate
1 gomo de pimentão
8 azeitonas
sal, pimenta e orégano a gosto
manteiga para fritar

Descasque as batatas e corte-as em cubos médios. Leve para cozinhar no vapor (eu uso uma cuscuzeira). Enquanto cozinha, bata os ovos ligeiramente com um batedor e acrescente o tomate e o pimentão picados grosseiramente. Tempere com sal, pimenta e orégano e junte as azeitonas picadas. Quando as batatas estiverem macias, amasse-as com um garfo e junte à mistura de ovos. Misture tudo, formando uma “massa”. Numa pequena frigideira coloque um pouco de manteiga pra derreter e despeje metade da mistura, espalhando-a pelo fundo da frigideira. Deixe fritar bem dos dois lados, com cuidado na hora de virar. Repita com a outra metade.